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Aguardente de Cana Velho Barreiro 1L

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País de Origem: Brasil
Teor Alcoólico: 40º
Produtor: Vasques de Carvalho
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Velho Barreiro é uma cachaça brasileira produzida pelas Indústrias Reunidas Tatuzinho Três Fazendas, em Rio Claro, no estado de São Paulo.

Cachaça é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil, obtida pela destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar. A história do desenvolvimento da cachaça, bebida de sabor único, está ligada diretamente à história do nosso país desde a época da colonização, tendo portanto, influência significativa na formação sócio-antropológica brasileira. A cachaça é o primeiro destilado da América Latina.

Os números da cachaça:

3º destilado mais consumido no mundo;

86% do market share dos destilados no Brasil;

1 bilhão e 300 milhões de litros/ano de produção oficial;

40.000 produtores;

600.000 empregados (entre diretos e indiretos) no Brasil;

7 bilhões de Reais é o valor da economia da cachaça;

É a bebida oficial do Brasil por Decreto Federal;

É o produto que mais tem a cara brasileira, segundo pesquisa do Centro de Indústrias de São Paulo.

Fonte: IBRAC – Instituto Brasileiro da Cachaça.

A cana-de-açúcar é uma planta que pertence à família das gramíneas (Saccharum Officinarum) procedente da Ásia, difundida pela Pérsia, Síria, Egito e Sicília pelo então rei da Macedônia, Alexandre Magno, o Grande, aproximadamente em 327 A.C., por ocasião da conquista e organização do império persa.

O mercantilismo facilitou sua entrada na Ásia Meridional, sul e sudeste da Europa e norte da África. Dada sua importância na época chegou a ter um valor expressivo, encarada como substância rara também utilizada para tratamento de enfermidades das mais diversas origens, curiosamente sendo até inclusa em testamento, como o da esposa de Carlos V, imperador do Sacro Império Romano Germânico.

No Brasil, o seu cultivo foi introduzido pelos colonizadores portugueses, pois a condição climática tropical favorecia o plantio. Devido à proliferação dos grandes latifúndios monocultores da época e a escassa mão de obra local, visto que, os índios nativos sucumbiam ao escravismo, em 1550 o comércio de escravos trazidos da África tornou-se uma atividade comum ganhando cada vez mais força.

No século XVII, apesar da concorrência do café, a lavoura canavieira paulista avançou da cidade de Itu em direção a Porto Feliz e Piracicaba. Tornaria-se então o grande centro produtor brasileiro.

Curiosidades sobre a origem do nome:

Um trabalhador escravo de um antigo engenho teria provado da “cagaça” (espuma resultante da fermentação do caldo da cana-de-açúcar) tornando-se uma bebida muito popular e apreciada depois, até por saudosos portugueses que encontraram uma substituta no Brasil para a típica bagaceira de uva de Portugal e, evoluindo mais tarde para o nome de cachaça.

O resíduo do caldo de cana fermentado também conhecido como “borra do melaço”, era usado para amaciar a carne dos “caetetus” ou “caititus” (porco-do-mato) chamados de cachaços, daí a origem do nome.

O dicionário Aurélio possui mais de 100 nomes populares para a cachaça, reconhecida nacionalmente por diversas expressões como água-benta, água que passarinho não bebe, branquinha, caninha, pinga, purinha, zuninga, etc