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Flor de Pingus 2016

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Colheita: 2016
País de Origem: Espanha
Capacidade: 0,75 l
Teor Alcoólico: 14.5º
Robert Parker: 94/100
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Trata-se de um vinho claro e brilhante, com uma cor rubi média.Apresenta aromas de média intensidade de cedro, baunilha, chocolate, ameixas escuras, cerejas escuras, alcaçuz e anis. O vinho é seco na boca com uma acidez média. Tem taninos flexíveis médios e um alto teor alcoólico. Tem um corpo médio e sabores de cedro, baunilha, ameixas escuras, cerejas escuras e alcaçuz. Tem um final é longo.

Dominio de Pingus é uma adega muito pequena localizada na Quintanilla de Onésimo, na provincia de Valladolid com vinhas na zona de La Horra de Ribera del Duero. Aqui produzem-se os vinhos espanhois mais famosos e procurados. É feita uma produção muito pequena, fazendo com que seja um dos vinhos mais raros e procurados de Espanha.

Peter Sisseck é Pingus, engenheiro agrônomo e enólogo nascido em 1962 em Copenhaga, mora na Espanha desde 1990 e, desde então, tornou seus vinhos os vinhos mais valorizados do mundo.

A adega Dominio de Pingus é uma adega artesanal, com algumas filas de barris novos, uma prensa rudimentar, algumas barricas de madeira e tanques de aço. Contudo a forma artesanal como são produzidos e a sua baixa produção, fazem com que o produto final tenha uma qualidade alta.

O mundo do vinho, 15 ou 20 anos não são grande coisa, muito menos para construir uma marca com impacto mundial. Mas por vezes uma colheita é suficiente para chegar ao estatuto de mito, de lenda. O vinho Pingus é um exemplo de um fenómeno assim, construindo a sus fama com uma aventura onde a sorte e o azar se combinam com o trabalho, a inspiração e o talento. Peter Sisseck, por alcunha Pingus, fundou o Dominio de Pingus em 1995. Engenheiro agrónomo nascido em 1962 na Dinamarca, trabalhou em Bordéus e na Califórnia, antes de se fixar em Espanha, em 1990. Localizou 5 hectares de vinhas muito velhas de Tempranillo e fundou a adega, na província de Burgos, em plena Ribera del Duero. O segredo do vinho é a obsessão de Sisseck com a qualidade. De entre as várias vinhas, a parcela mais jovem tem já 50 anos e as mais velhas têm mais de 70 anos. Depois de colhidos, o desengace é feito manualmente, bago a bago, escolhendo apenas as uvas mais maduras. O vinho é elaborado com intervenção e manipulação mínimas e engarrafado ao fim de 20 a 33 meses em barricas de carvalho francês, sem clarificação ou filtragem, para melhor manter as suas qualidades naturais. O resultado é um tinto extraordinário, concentrado, potente, com fruta muito madura mas sempre com um equilíbrio impressionante e uma elegância e suavidade inigualáveis. As vinhas velhas têm esta característica, as suas raízes profundas espalham-se pelo chão e conseguem extrair da terra os componentes que conferem grande complexidade e grande profundidade, enquanto mantêm o balanço entre o álcool, acidez e acima de tudo, textura sedosa.